Rocky

“Rocky: um lutador” no Brasil, é um filme incrível. Tem a história de amor, conquista e toda aquela questão de superação e redenção que foi tantas vezes referenciada ao longo dos anos. E tem uma das cenas mais depressivas de que eu me lembro: Rocky sabe que vai ter a chance de lutar com o campeão mundial e Mickey, ex-lutador que agora treina os jovens talentos vai a casa de Rocky pedir a chance de ser seu técnico. Mickey sempre desprezara Rocky (poucas cenas antes descarregou uma série de ofensas a ele). Então, nesta pequena e humilde casa são vistas duas figuras que fracassaram em seus sonhos, ambos querendo abraçar uma provável última oportunidade de sucesso. Rocky então, em uma explosão de raiva diz tudo que está em seu coração, sobre como a ajuda de Mickey deveria ter vindo antes e sobre seu próprio fracasso como lutador. Cena capaz de fazer chorar a qualquer um que realmente sonhou com algo e não conseguiu realizar. O resto da história todos conhecem, mas há algo que sempre me intrigou neste filme. Quando indagado por Adrian qual o motivo de alguém ser lutador, Rocky diz que é por ser idiota. Ele repete isso algumas vezes, porém, alguém que tem consciência de ser idiota, não é tão idiota assim.
Rocky de 1976 é um dos filmes mais inspiradores já feitos, realmente uma obra-prima.

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5 comentários sobre “Rocky

    1. Obrigado! Este filme é mais do que uma obra sobre boxe. Tem muito da vida do próprio Stallone, que teve que enfrentar o mundo pelo seu sonho de ser ator. Os outros são mais galhofa, mas o último também é excelente.
      Você poderia me indicar um destes filmes franceses para que eu assista?

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  1. Nossa, já assisti muitas vezes esses filmes do Rocky! Tenho esse costume de assistir mais de uma vez os filmes que gosto, porque sempre tem algum ponto que passou despercebido ou merece ser melhor observado. O mesmo funciona com os livros.
    Aliás, gostei muito de todos os filmes de Stallone que assisti!

    Curtido por 1 pessoa

  2. A história do filme também é muito legal. Algo inusitado sobre os bastidores? Então. Não havia grana para grandes produções e regravar as cenas finais da luta estava fora de cogitação. A solução foi maquiar e produzir os takes do final para o início. Primeiro, os lutadores exautos, machucados e cheios de dor. Depois, o início. Legal, não?

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